As moedas do caixa: onde as listas coincidem e onde divergem
Em cem marcas da biblioteca, a lista de moedas foi lida em trinta. Entre as dez casas desta tabela, oito publicam alguma lista, e o tamanho vai de seis a treze moedas. Bitcoin, ether e tether aparecem nas oito; a diferença entre a lista curta e a longa está na cauda, e quase nunca no que você vai usar.
Oito listas em dez casas, de seis a treze nomes
A lista de moedas é o campo mais fácil de encontrar e um dos menos úteis para separar uma casa da outra, o que explica por que ele aparece em tanta comparação.
Entre as dez casas desta tabela, oito publicam lista.
Vave e Shuffle escrevem seis nomes. Metaspins escreve oito, Rainbet nove, DuckDice dez, Wild.io doze, Rocketpot e Wolf.bet treze. Bitcasino.io e Empire.io não tiveram lista lida, e a célula fica vazia em vez de receber um zero que seria falso.
Na biblioteca inteira, a proporção é parecida: lista de moedas lida em trinta marcas de cem.
O começo de todas as listas é igual
Colocadas uma sobre a outra, as oito listas revelam um núcleo idêntico.
Bitcoin aparece nas oito. Ether aparece nas oito. Tether aparece nas oito. Litecoin aparece em sete.
Quatro nomes cobrem quase tudo o que se usa de fato.
Depois desse núcleo a repetição despenca. Bitcoin cash, dogecoin, tron, ripple e solana aparecem em cerca de metade das listas. Cardano e USD coin aparecem em quatro. Binance coin, em três. Daí para baixo, cada nome aparece uma ou duas vezes.
A cauda é o que separa uma lista de treze de uma de seis
A conclusão prática vem dessa forma de leitura, e ela contraria o modo como as listas são vendidas.
Quem chega com bitcoin, ether ou tether na carteira encontra as oito casas igualmente equipadas. A lista de treze só faz diferença para quem carrega monero, dash, polkadot ou uma ficha de rede específica, e esse é um público estreito.
Contar moedas mede o catálogo, não o caixa.
Nada na contagem informa prazo de saque, teto ou pedido de documento, que são os campos onde o dinheiro efetivamente trava. Esses estão em saques e limites e em verificação de identidade.
Tether escrito duas vezes, e o que isso revela
Há um detalhe na lista da Rocketpot que quase nenhuma comparação registra, e que vale mais do que metade dos nomes exóticos somados.
A casa escreve o tether duas vezes, uma para cada rede em que o aceita. Não é redundância: é o reconhecimento de que a mesma moeda, em redes diferentes, custa taxas diferentes e chega em tempos diferentes.
A moeda é a mesma; o trilho não é.
Quem envia por uma rede e espera receber por outra costuma descobrir o problema no meio do caminho. Nenhuma das outras sete listas faz essa distinção por escrito, o que não significa que as redes não existam nelas; significa apenas que o documento não as separa.
A ficha da própria casa entra na lista
Entre as seis moedas que a Shuffle publica, uma é a ficha emitida pela própria casa.
Isso não é defeito nem qualidade, mas muda a natureza do item. As outras moedas da lista existem fora do site e podem ser levadas embora; uma ficha própria vale dentro do ambiente que a emitiu, e o valor dela depende de quem a emitiu.
Uma lista de seis com ficha própria tem, em termos de dinheiro de fora, cinco nomes.
É por isso que este site registra a lista como está escrita e não a resume a um número solto. O número é o que costuma virar manchete em comparações alheias, e é o que menos informa.
O dado que não está em documento nenhum
Existe um custo que atravessa todas essas listas e que não aparece em nenhum dos dez textos que lemos: a taxa cobrada pela rede da moeda para mover o dinheiro.
Quem cobra essa taxa não é a casa. É a rede, e ela varia com o congestionamento do momento.
Como não temos esse valor em documento, ele não entra em coluna e não entra em estimativa. Um número inventado nesse campo seria confortável para quem escreve e caro para quem lê, e o inventário dessas ausências está em o que a tabela não diz.
Três casas declaram trabalhar só com criptomoeda
Entre as dez, três se descrevem como casas exclusivamente de criptomoeda: Metaspins, Rocketpot e Wolf.bet. As outras sete não fazem essa declaração nos dados que lemos.
A diferença importa menos do que parece para quem está no Brasil.
Nas dez, o depósito que nos interessa entra em moeda de qualquer jeito, porque é o único trilho disponível para quem chega daqui. A questão prática não é se a casa aceita moeda estatal em algum outro país, e sim onde o real vira moeda antes de chegar ali.
O real não aparece em nenhuma dessas listas
Nenhuma das oito listas menciona o real, e isso desloca a pergunta para fora do site da casa.
O real vira criptomoeda em outro lugar, quase sempre numa corretora que opera no Brasil, e essa corretora pede CPF no cadastro. Ou seja: existe uma identificação no caminho mesmo quando a casa não pede nenhuma.
Esse degrau costuma ficar de fora das comparações, e está desenhado inteiro em real, Pix e cripto. A moldura das duas ordens de exigência, a da vitrine autorizada e a dos termos, está em duas listas de exigências.
Perguntas sobre as moedas do caixa
As respostas abaixo saem das oito listas lidas e dizem quando a lista não foi lida.